Dica teclado travado tablet HP

Posted: quinta-feira, 15 de julho de 2010 by Wairisson Gomes in Marcadores:
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Um dia um notebook HP TouchSmart TX apareceu no meu lab só para atualizar o anti-virus eu fiz tudo o que tinha que fazer daí resolvi mexer no bichinho um pouco afinal não é todo dia que me aparece um note touch screen :) , bom desliguei e quando liguei pra minha surpresa o teclado travou completamente, nem mesmo pra entrar no Setup ele funcionava depois de muito pesquisar nos sites em bom Português resolvi usar as palavras-chave da minha pesquisa em Inglês encontrei um blog que dizia que eu tinha que retirar a bateria e o teclado voltaria a funcionar e foi isso mesmo. Ficam duas dicas : 1º saiba pelo menos o ingles técnico para fins de pesquisa. 2º se o teclado do seu notebook travar antes de joga-lo na parede tente primeiro tirar a bateria !

Instalando Windows Vista ou Seven a partir de um pen drive

Posted: quarta-feira, 7 de julho de 2010 by Wairisson Gomes in Marcadores:
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por Marcos Elias

Uma das formas de instalar o sistema operacional nos netbooks é usar um pen drive bootável, justamente porque os netbooks não costumam trazer um drive de CD/DVD. Outra forma seria usar um adaptador SATA/IDE para USB (em um artigo futuro vou falar desse dispositivo, que é barato e agiliza muito a vida de quem quer um HD ou CD/DVD externo). Ainda é possível fazer a instalação de alguns sistemas com um programa que baixa e configura tudo pela Internet, caso do Wubi para instalar o Ubuntu ou do Goodbye-Microsoft.com, para instalar o Debian (se bem que o Wubi é um caso a parte porque não cria uma partição real).

Essa dica é curta porque os comandos são poucos. Se por algum motivo você quer criar um pen drive de boot com o Windows Vista ou Windows 7, bastam alguns comandos em algum dos dois sistemas. Nos exemplos estou usando o Windows Vista.

Conecte o pen drive. Faça cópia dos dados importantes que porventura possam estar nele, já que ele será formatado. Acho que não precisaria dizer, mas o pen drive deve ter espaço quando vazio, para caber o DVD do Windows desejado, seja o Vista ou o 7. Se você tiver gerado uma imagem menor, usando programas como o vLite, pode ser o espaço necessário para caber ela. O recomendável para o DVD do Vista ou 7 é um pen drive de 4 GB.

Será necessário rodar o prompt de comando como administrador, para ter acesso ao dispositivo e ferramentas de formatação. Para isso, clique com o direito no menu do prompt de comando e escolha "Executar como administrador".

No prompt, rode o comando diskpart. Ele pode demorar alguns segundos para iniciar, quando estiver carregado aparecerá à esquerda DISKPART>.

No prompt dele, digite:

list disk

Tecle enter após os comandos em vermelho, em cada linha (antes que me perguntem...).

Ele vai mostrar os discos, status, tamanho. Identifique o seu pen drive pelo número: Disco 0, Disco 1, Disco 2, Disco 3, etc. Para saber qual é seu pen drive, observe a capacidade, já que seu HD deverá ser bem maior. Se estiver em dúvida, rode o comando com e sem o pen drive plugado para ver o que muda.

Agora selecione o disco, digitando:

select disk 1

Cuidado para não digitar o número errado, senão você excluirá os dados de algum dos seus discos rígidos. Troque o número 1, naturalmente, pelo número correspondente ao seu pen drive.

Rode estes comandos, dando enter após cada linha:

clean
create partition primary
select partition 1
active
format fs=NTFS
assign
exit

Você sairá do diskpart, mas ainda não terminou.

Nota: você poderia formatar o pen drive pela interface gráfica do Windows, mas seria necessário recorrer ao diskpart para marcar a partição como "ativa". Por isso vale a pena citar os passos já no diskpart :)

Coloque no drive de CD/DVD a mídia do Windows que você quer copiar para o pen drive (lembre-se, Vista ou Seven, aqui não vale para o XP).

Ainda no prompt (mas já fora do diskpart), alterne para a unidade do CD/DVD. Supondo que seja a unidade D:, digitaria:

d:
cd d:\boot

Isso te leva para a pasta boot, do DVD do Windows. Rode o bootsect para tornar o drive bootável. Assim:

bootsect /nt60 e:

Onde E: é a letra da unidade do pen drive. Ao usar o diskpart você limpou o pen drive, criou uma partição e formatou-a em NTFS. Segundos depois de concluído o pen drive deve ter aparecido no "Computador" do Windows Explorer. Caso não, tire o pen drive e recoloque, para ver que letra será atribuída a ele. Agora lidamos com a partição, não com o número identificador do disco como foi feito ao usar o diskpart.

Dado o bootsect como explicado, o pen drive é bootável para o Windows Vista ou 7. Só que ele não tem os arquivos do sistema em si.

Agora vem a parte mais fácil, sem segredos: copie todo o conteúdo do DVD para o pen drive. Você pode pular as pastas de documentação ou extras, mas mantenha as essenciais. Na dúvida, copie tudo.

Você pode copiar usando o Windows Explorer mesmo, desde que copie "certo", deixando os arquivos da raiz do DVD na raiz do pen drive, e não criando uma pasta dentro do pen drive e nela colando o conteúdo do DVD (isso ocorreria se você copiasse o DVD clicando no ícone do DVD com o direito, na janela Meu Computador, e colando depois dentro do pen drive).

Pronto! Você tem um pen drive de boot do Windows Vista ou Windows Seven, basta dar boot com ele, selecionando no SETUP da máquina a opção de boot pela porta USB.

O que você viu usa comandos nativos do Windows, que não existem dessa forma no Windows XP. Se você usa o XP, precisaria recorrer a alguma ferramenta de terceiros para criar um pen drive de boot, sendo mais complicado. Ah, lembre-se que o XP já tem quase 10 anos...

Instalar o Windows Vista num netbook não é uma tarefa muito agradável, visto que o sistema é pesado. Apesar disso eu coloquei uma versão modificada num Proview Compact-PC 81001, um netbook que usa o processador Geode da AMD, de 500 MHz. Veja o ridículo desempenho (mas rodou!): http://www.youtube.com/watch?v=USIOMh0cLkc

Já o Windows 7 terá edição para netbooks, então instalar o Windows 7 RC pode ser uma boa idéia, desde que não seja em netbooks fracos. Ele não é muito mais leve do que o Vista, requer 1 GB de RAM para rodar legal, mas o sistema é mais otimizado, digamos que um "Vista" com as arestas limadas.

Referencia: http://www.explorando.viamep.com/windows/criar-pendrive-bootavel-vista.php


Conhecendo o FreeNAS

Posted: sexta-feira, 18 de junho de 2010 by Wairisson Gomes in Marcadores: ,
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Neste artigo aproveito o excelente texto do Dr. White Hat para apresentar uma prática ferramenta para armazenamento de arquivos em rede, o FreeNAS. NAS significa Network-Attached Storage e é um dispositivo dedicado ao armazenamento de arquivos dentro de uma rede, provendo acesso heterogêneo aos dados para os clientes desta rede. No caso do FreeNAS nos obtemos uma ótima solução baseada apenas em um PC comum, bem não vou chover no molhado a artigo descreve muito bem as características dessa distribuição Linux.

FreeNAS - Uma solução de armazenamento doméstico.


1. Introdução

Com o uso cada vez mais intenso das mídias digitais como fotos, músicas e vídeos, é muito fácil nos depararmos com o problema de disco cheio em nossos computadores domésticos. A solução que nos vem à mente de imediato é comprar um HD maior. HDs de 500 Gb (Gigabytes) ou 1 Tb (1000 Gigabytes) já podem ser adquiridos à preços acessíveis e certamente representam muito espaço para armazenamento desses arquivos. Só para você ter idéia, 1 Tb pode armazenar pouco mais de 200 DVDs ou 1400 CDs!!

O problema que surge com todo esse volume de dados é como manter os dados em segurança. HDs são dispositivos mecânicos e sujeitos à falhas. O que acontece se o seu HD de 1 Tb pifar, com todas as fotos do(a) seu/sua filho(a), desde o seu nascimento, mais os vídeos de todas as festas de aniversário dele(a)? Se você for o marido, no mínimo vai levar uma “senhora” broooonca da esposa... :)

Claro que a resposta ideal para esse problema chama-se backup ou cópias de segurança. Grandes empresas podem dispor de unidades de fita magnética de alta capacidade e robôs de backup, mas para uso domésticos são soluções muuuuuito caras.

2. Soluções de baixo custo

Com os preços acessíveis dos HDs atuais, uma solução razoável é utilizar dois HDs onde você possa armazenar os arquivos duplicados em ambos. Existem várias alternativas para fazer cópias automáticas de um para outro. O uso de programas como rsync ou unison são algumas possibilidades. Esses programas mantêm dois repositórios de dados sincronizados, copiando somente os arquivos que foram alterados desde a última vez em que foram executados.

Outra possibilidade é o uso de RAID – Redundant Array of Independent Disks (cadeia redundante de discos independentes). As soluções de alto desempenho implementam o RAID através de dispositivos especiais (controladoras), desenvolvidos para esse fim. Também podem ser implementados por software mas não oferecem o mesmo desempenho por consumirem poder de processamento do processador, não sendo indicados para aplicações com alto volume de leitura e gravação. Sistemas operacionais como Linux, BSD e Solaris possibilitam o uso de RAID por software. No Windows, só nas versões “server” (é... no XP e no Vista, não dá...).

Existem diferentes tipos de RAID. Os que mais nos interessam, são o RAID 1 e o RAID 5. No RAID 1, os dados são gravados simultaneamente em dois discos, de forma “espelhada”. Assim, se um disco falhar, você tem a cópia dos dados no outro disco. No RAID 5, são requeridos no mínimo 3 discos, os quais formam um virtualmente um único disco. Os dados são distribuídos nos três discos de forma uniforme mas com uma informação de controle adicional chamada de paridade. Esse controle adicional possibilita que os dados continuem a ser gravados e recuperados mesmo que um desses discos venha a apresentar falha, ao custo de um pior desempenho. Mas nenhuma informação é perdida e o sistema continua funcionando.

No RAID 1 você utiliza somente 50% do espaço total provido pelos dois discos, já que o segundo HD é cópia primeiro. Para tornar mais claro: se você usa dois discos de 500 Gb (que perfazem um total de 1000 Gb), o seu espaço útil é somente 500 Gb, ou seja, o espaço de um HD. No RAID 5, em vias de regra, você perde um disco. Assim, se você usa 3 discos de 500 Gb, só terá no máximo 1000 Gb (1 Tb) de espaço útil.

Para montar uma solução de baixo custo, você pode utilizar um RAID por software usando Linux, por exemplo. Com uso de um recurso adicional chamado de LVM – Logical Volume Manager (gerenciador de volumes lógicos) você tem inclusive a possibilidade de adicionar novos discos para “estender” os discos em uso, sem ter que reformatar tudo e mover dados de um lado para outro. Muito bom e flexível, mas inda complexo no gerenciamento.

Concebido para ser flexível e de fácil gerenciamento, o sistema de arquivos ZFS foi criado pela Sun Microsystems para uso em seu sistema operacional Solaris (e no Open Solaris, versão Open Source do mesmo sistema). A idéia principal é que todos os discos façam parte de um pool, ao qual possam ser adicionados com a mesma facilidade com que se adicionam módulos de memória RAM e ainda prover redundâncias para permitir a alta disponibilidade com uso de tecnologia semelhante ao RAID. Assim, você pode criar mirrors (espelhamento ou RAID 1) e RAIDZ (equivalente ao RAID 5) com muita facilidade e transparência.

3. FreeNAS – Gratuito e fácil de gerenciar

Certamente à essa altura você deve estar pensando: “Linux, Solaris, RAID... Eu não entendo nada disso... Para que isso vai me servir?”. É aqui que entra o FreeNAS, baseado no FreeBSD, que por sua vez é baseado no Unix, assim como o Linux e o Solaris. O FreeNAS é um “empacotamento” de diversas funcionalidades do FreeBSD, gerenciados por uma interface web, para ter as mesmas funcionalidades de um NAS - Network Attached Storage (armazenamento anexo à rede), que não é nada mais do que um servidor de arquivos, funcionando como repositório de dados centralizado para os diversos computadores de uma rede.

Portado do Solaris para o FreeBSD a partir da versão 7, o FreeNAS disponibiliza o ZFS a partir da versão 0.7RC1, unindo a facilidade de gerenciamento da interface web com os recursos de alta disponibilidade do ZFS, para montagem de um servidor de arquivos utilizando computadores e HDs de uso doméstico.

O FreeNAS pode ser instalado no HD, pendrive ou carregado diretamente de um CD (Live CD), sem a necessidade de ser instalado no computador. Nesse caso, ele utiliza um disquete ou pendrive para armazenar as suas configurações. A execução a partir do CD ou pendrive são opções muito interessantes por deixarem os HDs exclusivamente para armazenamento de dados. O uso do Live CD ainda traz a facilidade para atualização de versão, bastando trocar o CD por outro que contenha a versão mais nova do FreeNAS.

Os requisitos de hardware para a execução do FreeNAS não são elevados e o servidor pode ser montado com qualquer computador barato à venda atualmente. Até um computador usado que você tenha “encostado” porque acabou de comprar um computador de “última geração” serve para esse fim. A única exigência é que ele possua pelo menos 512 Mb de RAM para utilizar o ZFS e, logicamente, os discos rígidos que devem ser do mesmo tamanho para o espelhamento ou pelo menos 3 HDs para RAIDZ, preferencialmente, todos do mesmo tamanho. O espelhamento até funciona com discos diferentes, mas o espaço útil será o do menor disco, desperdiçando o restante do disco maior.

Uma vez configurado, o computador com FreeNAS será visível pelos compartilhamentos de rede do Windows, como qualquer outra máquina Windows.

4. Considerações Finais

Com muito de nossas vidas armazenadas em meio digital, devemos sempre ter a preocupação de preservar tais informações de forma segura. Com os elevados volumes de dados criados com o uso de fotos digitais e vídeos, o uso de cópias de segurança (backups) em fita magnéticas são inviáveis para uso doméstico pelo alto custo, enquanto que cópias em meios óticos como CDs e DVDs são inviáveis pelo pequeno volume de dados que comportam, quando comparados com as capacidades dos discos rígidos atuais.

Com o barateamento dos discos rígidos, armazenar as informações em duplicidade, usando mais de um disco rígido, é uma opção viável para uso doméstico e o FreeNAS é uma ótima solução para um armazenamento confiável.

Referencia: http://www.drwhitehat.com/sysadmin/sysadmin-artigos/freenas-solucao-de-armazenamento


Você pode baixar o FreeNAS no link http://sourceforge.net/projects/freenas/files/

Como a fibra ótica funciona - Parte 3

Posted: terça-feira, 1 de junho de 2010 by Wairisson Gomes in Marcadores:
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Segue o último dos três vídeos sobre o funcionamento da fibra ótica.

Como a fibra ótica funciona - Parte 2

Posted: by Wairisson Gomes in Marcadores:
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Segue o segundo de três vídeos sobre o funcionamento da fibra ótica.

Como a fibra ótica funciona - Parte 1

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Segue o primeiro de três vídeos sobre o funcionamento da fibra ótica.

Os 10 maiores desastres causados pela informática.

Posted: by Wairisson Gomes in Marcadores:
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Informática definitivamente não é só msn, orkut, twiter, youtube ....

1.
O sistema de alerta da União Soviética esteve a ponto em 1983, em plena guerra fria, de causar a III Guerra Mundial quando um erro no software indicou que cinco mísseis balísticos tinham sido lançados pelos Estados Unidos.

2. Em 1990, a rede AT&T deixou "mudos" 75 milhões de telefones por um erro numa só linha de de código que levou algumas horas para ser identificada.

3. Um software mau desenhado foi o responsável, em 1996, da explosão do foguete lançador europeu Ariane-5, quando a 40 segundos após a iniciação da seqüência de vôo, o foguete se desviou de sua rota, partiu e explodiu.

4. Alguns dos problemas e atrasos no lançamento do maior avião do mundo, o Airbus A380, foram as incompatibilidades das diferentes versões usadas do software de projeto e desenho mecânicos CATIA. Enquanto os sócios franceses utilizavam a última versão, a fábrica alemã não tinha ainda atualizado a mesma.

5. Um erro na navegação da nave espacial Mars Polar Lander fez com que ela voasse muito baixo e se espatifasse contra o solo. A falha foi devido a uma empresa terceirizada que confundiu o sistema de medidas americano e europeu.

6. Uma falha na atualização do software empregado no Ministério do Trabalho e Pensões britânico pela empresa de tecnologias da informação EDS, custou aos contribuintes mais de 1 bilhão de libras em 2004.

7. O efeito do ano 2000 e os milhares de milhões gastos para evitar o temido desastre que felizmente não sucedeu.

8. As baterias explosivas dos notebooks e outros dispositivos como celulares que estão sendo consideradas um dos maiores fiascos da indústria do setor com grande perdas para sua substituição.

9. Um novo sistema de informática da poderosa Siemens para controlar a emissão de passaportes implantado em 1999 sem testes suficientes e sem pessoal qualificado para seu manejo, amargurou as férias de meio milhão de britânicos.

10. Neste mesmo ano, uma simples placa de rede defeituosa não permitiu que parte dos 17.000 aviões do o aeroporto dos Angeles levantasse vôo.

Fonte:http://www.preguiza.net