Problema pastas ocultas no Windows

Posted: sexta-feira, 17 de junho de 2011 by Wairisson Gomes in Marcadores:
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Fonte: Francisco de Assis neto


Para resolver o problema de pastas ocultas no Windows, que pode ser causado por vírus principalmente em pen drivers, basta emitir o seguinte comando em prompt com privilégios elevados:

attrib -a -r -s-h -i *.* /s /d /l

Instalando Zabbix no Debian Lenny

Posted: terça-feira, 7 de junho de 2011 by Wairisson Gomes in
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Referência:http://www.vivaolinux.com.br/artigos/impressora.php?codigo=11681

Autor: Mário Mayerle Filho
Data: 29/06/2010

Preparando o Debian

Instalando o Zabbix no Debian Lenny.

1. Instale os seguintes pacotes de dependências:

# aptitude install build-essential mysql-server libmysqlclient15-dev php5 php5-gd php5-mysql snmp libsnmp-dev snmpd libcurl3-dev apache2 fping curl

2. Crie um usuário chamado zabbix:

# adduser zabbix

3. Acrescente o usuário zabbix ao grupo administradores:

# adduser zabbix adm

Baixando o Zabbix

4. Como usuário zabbix, efetue o download do fonte do Zabbix e descompacte o pacote:

# su - zabbix
$ wget
http://prdownloads.sourceforge.net/zabbix/zabbix-1.8.2.tar.gz?download
$ tar zxvxpf zabbix-1.8.2.tar.gz

5. Retorne ao usuário root:

# logout
ou
ctrl + d

Preparando o MySQL e o resto do sistema

6. No MySQL, crie a base de dados zabbix e crie o usuário zabbix da base de dados:

# mysql -p -e "create database zabbix;"
# mysql -p -e "grant all privileges on zabbix.* to zabbix@localhost identified by 'senha do usuário';"


7. Logue como usuário zabbix e importe as tabelas utilizando os arquivos:

# su - zabbix
$ cd zabbix-1.8.2/create/schema
$ mysql -uzabbix -p zabbix < mysql.sql
$ cd ../data/
$ mysql -uzabbix -p zabbix < data.sql
$ mysql -uzabbix -p zabbix < images_mysql.sql


8. Como root, configure, compile e instale o servidor do zabbix:

$ su -
# cd /home/zabbix/zabbix-1.8.2/
# ./configure --prefix=/usr --with-mysql --with-net-snmp --with-libcurl --enable-server --enable-agent
# make install


9. Prepare o restante do sistema:

# nano /etc/services

Adicione as seguintes linhas ao final do arquivo:

zabbix_agent 10050/tcp # Zabbix ports
zabbix_trap 10051/tcp

Continue configurando o sistema:

# mkdir /etc/zabbix
# chown -R zabbix.zabbix /etc/zabbix/
# cp misc/conf/zabbix_* /etc/zabbix/


Edite o arquivo /etc/zabbix/zabbix_agentd.conf e certifique-se que o parâmetro Server aponta para o IP I/O 127.0.0.1.

Edite o arquivo /etc/zabbix/zabbix_server.conf e configure os parâmetros DBUser=zabbix e DBPassword=senha criada para o usuário zabbix na base de dados zabbix do MySQL.

10. Copie os scripts para a pasta /etc/init.d/

# cp misc/init.d/debian/zabbix-server /etc/init.d
# cp misc/init.d/debian/zabbix-agent /etc/init.d


11. Edite os arquivos de inicialização para acertar o caminho do diretório zabbix:

# nano /etc/init.d/zabbix-server

Encontre a linha:

DAEMON=/home/zabbix/bin/${NAME}

e substitua por:

DAEMON=/usr/sbin/${NAME}

Edite o arquivo zabbix-agent:

# nano /etc/init.d/zabbix-agent

Localize a linha:

DAEMON=/home/zabbix/bin/${NAME}

e substitua por:

DAEMON=/usr/sbin/${NAME}

Salve e saia.

12. Mude a permissão do arquivo e adicione o zabbix-server para iniciar automaticamente no boot de todos os níveis de execução:

# chmod 755 /etc/init.d/zabbix-server
# update-rc.d zabbix-server defaults
# chmod 755 /etc/init.d/zabbix-agent
# update-rc.d zabbix-agent defaults



Iniciando o Zabbix

13. Inicie o servidor:

# /etc/init.d/zabbix-server start

14. Inicie o agente:

# /etc/init.d/zabbix-agent start

15. Certifique-se que os serviços estão rodando:

# ps -auz | grep zabbix

Configurando o Apache e o frontend do Zabbix

16. Configure a interface web:

# mkdir /home/zabbix/public_html
# cp -R /home/zabbix/zabbix-1.8.2/frontends/php/* /home/zabbix/public_html/

17. Edite o arquivo de configuração do apache2:

# nano /etc/apache2/sites-enabled/000-defaults

18. Acrescente as linhas ao arquivo:

Alias /zabbix /home/zabbix/public_html/

AllowOverride FileInfo AuthConfig Limit Indexes
Options MultiViews Indexes SymLinksIfOwnerMatch IncludesNoExec

Order allow,deny
Allow from all


Order deny,allow
Deny from all


19. Faça os ajustes no php.ini:

max_execution_time = 300 ; Maximum execution time of each script, in seconds
date.timezone = America/Sao_Paulo

20. Reinicie o apache:

# /etc/init.d/apache2 restart

21. Abra o browser e aponte para o zabbix:

http://ip_do _servidor_zabbix/zabbix/

Finalizando a instalação

22. Na aba introdução, leia e clique em Next

23. Em License Agreement clique em I Agree

24. Configure a conexão DB e faça um teste

25. Verifique todos os itens do sumário de instalação

26. Clique em Instalation. Caso seja apresentado um erro, altere para 777 as permissões do diretório /home/zabbix/public_html/conf

# chmod 777 /home/zabbix/public_html/conf

A instalação está concluída!

Alterar a senha do Mysql no Debian

Posted: by Wairisson Gomes in
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Referencia: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Alterar-senha-do-root-no-MySQL-%28Debian%29/

Quem já chegou em algum cliente e deparou com o problema de ninguém saber a senha do root no MySQL? Segue como sair deste sufoco.

# killall mysqld
# /usr/local/bin/mysqld_safe --skip-grant-tables &
# /usr/local/bin/mysql

mysql> use mysql;
mysql> update user set password = password('.......') where user='root' and host='localhost';
mysql> exit
# mysqladmin -u root -p shutdown

Pronto!

Caso não tenha, criar senha de root no MySQL:

# mysqladmin -u root password NoVaSeNhA

Renomear usuário root:

mysql> UPDATE user set user='admin' where user='root';

Rotas estáticas permanentes no Linux

Posted: terça-feira, 24 de maio de 2011 by Wairisson Gomes in
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Referência: http://www.dicas-l.com.br/arquivo/adicionando_rotas_estaticas_permanentes.php


Roteadores ou equipamentos que interligam duas ou mais redes são chamados de Gateways. A necessidade de configurarmos rotas estáticas surge à medida que possuímos mais de um gateway na rede, sendo assim, configuramos as máquinas da rede 1, por exemplo, de forma que: quando quiser acessar a rede 2 saia pelo gateway A e quando for acessar as redes 3,4,5... saia pelo gateway B.

Traduzindo isso para o TCP/IP ficaria:

Suponha que

  rede 1 = 192.168.1.0 / 255.255.255.0   rede 2 = 192.168.0.0 / 255.255.0.0   rede 3 = 10.100.1.0 / 255.255.255.0   rede 4 = 10.100.2.0 / 255.255.255.0   rede 5 = 10.100.3.0 / 255.255.255.0   ....   ubuntu#> route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1   ubuntu#> route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10 

Com isso a tabela de roteamento da máquina que estamos configurando ficaria assim:

  ubuntu#> route   Tabela de Roteamento IP do Kernel   Destino         Roteador        MáscaraGen.    Opções Métrica Ref   Uso Iface   192.168.1.0     *               255.255.255.0   U     0      0        0 eth0   192.168.0.0     192.168.10.1    255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0   10.100.0.0      192.168.10.10   255.255.0.0     UG    0      0        0 eth0 

Note que a primeira linha foi adicionada automaticamente quando configuramos o endereço IP da própria máquina.

Uma maneira de melhorarmos isso é trabalhando com default gateway, ou seja, ao adicionarmos um gateway default, ele será adicionado na última linha da tabela de roteamento, de forma que todo IP com destino a uma rede que não se encaixa nas definições iniciais da tabela de roteamento serão mandadas para o default gateway (que por isso está na última linha).

Mas o escopo dessa dica é como transformar as rotas estáticas, que até aqui foram adicionadas manualmente, em configurações adicionadas automaticamente sempre que ligamos a máquina.

Já vi várias formas de adicionarmos estas rotas, desde comandos adicionados no script de inicialização do usuário, o /etc/init.d/rc.local até scripts executados ao iniciar o ambiente gráfico (arghhhh!!!), porém o mais adequado é utilizarmos os recursos que o sistema oferece para isso que são:

No Ubuntu (debian em geral): basta adicionarmos no arquivo /etc/network/interfaces as seguintes linhas:

  post-up route add -net 192.168.0.0/16 gw 192.168.10.1   post-up route add -net 10.100.0.0/16 gw 192.168.10.10 

Já em sistemas como o RedHat devemos criar o arquivo /etc/sysconfig/network-scripts/route-eth0 contendo:

  GATEWAY0=192.168.10.1   NETMASK0=255.255.0.0   ADDRESS0=192.168.0.0      GATEWAY1=10.100.0.0   NETMASK1=255.255.0.0   ADDRESS1=192.168.10.10 

Sendo assim toda vez que o serviço de rede subir estas rotas estáticas serão adicionadas automaticamente na tabela de roteamento de sua máquina.

Monitorando consumo no squid

Posted: quinta-feira, 5 de maio de 2011 by Wairisson Gomes in
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O link na empresa em que trabalho é um pouco limitado e sempre algum usuário acaba abusando um pouco e acaba deixando o acesso mais lento para todos os outros.

Sempre tive dificuldades em conseguir rastrear quem está abusando do link (com o iptraf é possível, mas é um pouco complicado e não é muito exato). Buscando no Google, encontrei o SQStat (http://samm.kiev.ua/sqstat/).

Este script mostra em uma página PHP todos os acessos que estão acontecendo em tempo real e também permite que você configure um tempo para atualização automática da página.

A instalação dele é absurdamente simples:

  • Primeiro, faça o download da versão mais recente no site. Quando escrevi essa dica, o link é http://samm.kiev.ua/sqstat/sqstat-1.20.tar.gz
  • Coloque este arquivo no root do servidor web da máquina com o proxy e extraia o arquivo:
    # tar xzvf sqstat-1.20.tar.gz
  • Mude o nome do diretório para sqstat (apenas para facilitar o acesso no navegador, isto é opcional);
  • Renomeie o arquivo config.inc.php.defaults para config.inc.php;
  • Edite o arquivo config.inc.php:
    • em “$squidhost[0]=” coloque 127.0.0.1 (se o host que você for monitorar for o host onde você instalou o SQStat);
    • em “$squidport[0]=” coloque a porta onde o Squid está escutando no host;
    • em “$resolveip[0]=” coloque true para que o SQStat resolva os nomes dos hosts;
    • em “$group_by[0]=” você pode colocar “host” se você não utilizar autenticação no Squid, o que irá mostrar os IP’s dos clientes; você também pode colocar “username” se utilizar autenticação, assim todas as conexões mostradas na página serão agrupadas por nome de usuário ao invés de host.
  • Agora, é necessário configurar o Squid para que o SQStat consiga analisar os dados. Faça o seguinte no seu Squid.conf:acl manager proto cache_object
    acl webserver src 10.0.0.1/255.255.255.255
    http_access allow manager webserver
    http_access deny managerNa linha “acl webserver … ” substitua “10.0.0.1″ pelo IP do servidor web que irá exibir a página do SQStat.
  • Reinicie o Squid

Pronto! O SQStat já está instalado e configurado. Para acessá-lo abra seu navegador e digite http://ip-do-servidor-web/sqstat/sqstat.php.

Você também pode monitorar mais de um proxy utilizando o mesmo servidor web. Copie o bloco de configuração do host que configuramos acima e substitua os “[0]” por “[1]” para outro host. Para um terceiro, você deveria colocar “[2]” e assim por diante.


Referencia:http://www.pedropereira.net/visualizando-acessos-dos-usuarios-em-tempo-real-no-squid/

Monitorando consumo no squid

Posted: by Wairisson Gomes in
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O link na empresa em que trabalho é um pouco limitado e sempre algum usuário acaba abusando um pouco e acaba deixando o acesso mais lento para todos os outros.

Sempre tive dificuldades em conseguir rastrear quem está abusando do link (com o iptraf é possível, mas é um pouco complicado e não é muito exato). Buscando no Google, encontrei o SQStat (http://samm.kiev.ua/sqstat/).

Este script mostra em uma página PHP todos os acessos que estão acontecendo em tempo real e também permite que você configure um tempo para atualização automática da página.

A instalação dele é absurdamente simples:

  • Primeiro, faça o download da versão mais recente no site. Quando escrevi essa dica, o link é http://samm.kiev.ua/sqstat/sqstat-1.20.tar.gz
  • Coloque este arquivo no root do servidor web da máquina com o proxy e extraia o arquivo:
    # tar xzvf sqstat-1.20.tar.gz
  • Mude o nome do diretório para sqstat (apenas para facilitar o acesso no navegador, isto é opcional);
  • Renomeie o arquivo config.inc.php.defaults para config.inc.php;
  • Edite o arquivo config.inc.php:
    • em “$squidhost[0]=” coloque 127.0.0.1 (se o host que você for monitorar for o host onde você instalou o SQStat);
    • em “$squidport[0]=” coloque a porta onde o Squid está escutando no host;
    • em “$resolveip[0]=” coloque true para que o SQStat resolva os nomes dos hosts;
    • em “$group_by[0]=” você pode colocar “host” se você não utilizar autenticação no Squid, o que irá mostrar os IP’s dos clientes; você também pode colocar “username” se utilizar autenticação, assim todas as conexões mostradas na página serão agrupadas por nome de usuário ao invés de host.
  • Agora, é necessário configurar o Squid para que o SQStat consiga analisar os dados. Faça o seguinte no seu Squid.conf:acl manager proto cache_object
    acl webserver src 10.0.0.1/255.255.255.255
    http_access allow manager webserver
    http_access deny managerNa linha “acl webserver … ” substitua “10.0.0.1″ pelo IP do servidor web que irá exibir a página do SQStat.
  • Reinicie o Squid

Pronto! O SQStat já está instalado e configurado. Para acessá-lo abra seu navegador e digite http://ip-do-servidor-web/sqstat/sqstat.php.

Você também pode monitorar mais de um proxy utilizando o mesmo servidor web. Copie o bloco de configuração do host que configuramos acima e substitua os “[0]” por “[1]” para outro host. Para um terceiro, você deveria colocar “[2]” e assim por diante.


Referencia:http://www.pedropereira.net/visualizando-acessos-dos-usuarios-em-tempo-real-no-squid/

SSH sem senha no ESXi 4.x

Posted: quarta-feira, 27 de abril de 2011 by Wairisson Gomes in
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O procedimento em sí é relativamente simples. Certifique-se que o ssh já está

funcionando

conforme tutorial já abordado neste blog depois faça o seguinte:


1. No host que irá fazer o acesso, logado como root gere a chave com o comando

ssh-keygen -t rsa

2. no ESXi crie a pasta /.ssh com o comando "mkdir /.ssh"

3. Novamente no host copie a chave com o comando scp /root/.ssh/id_rsa.pub

root@ipdoservidoresxi:/.ssh/autorized_keys


Após um reboot tive de refazer o procedimento assim outras estratégias (gambiarras)

se fazem necessário, antes algumas premissas:

- o ESXi desfaz a maioria das alterações feitas do tipo criação de diretórios e etc...

- as alterações feitas no arquivo "/etc/rc.local" não são desfeitas, assim o usaremos para emissão de comandos; e

- os arquivos localizados no /vmfs/volumes/datastore1 não são modificados durante o boot (e nem poderiam) assim usaremos esse diretório para armazenamento de nossos arquivos de configuração modificados.

Bom, o que faremos é simples:

- criar uma pasta dentro no /vmfs/volumes/datastore1 chamada ssh.

#mkdir /vmfs/volumes/datastore1/ssh

- agora vamos copiar a chave do host que irá realizar o acesso ao servidor esxi:

# scp /root/.ssh/id_rsa.pub root@ipdoservidoresxi:/vmfs/volumes/datastore1

/ssh/autorized_keys


- editamos o arquivo /etc/rc.local e adicionamos as seguintes linhas no final do arquivo:

mkdir /.ssh

cp /vmfs/volumes/datastore1/ssh/authorized_keys /.ssh


Com as linhas acima toda vez que o servidor esxi iniciar será criado a pasta

/.ssh e será copiado para ela a chave pública para o acesso automático.